Passivo de resíduos urbanos
Tecnologia exclusiva 4WaTT

Gaseificação de resíduos sólidos urbanos

A solução técnica para municípios que precisam de uma alternativa ao aterro, com geração de energia e cumprimento da PNRS.

O desafio

O Brasil tem um passivo gigante de resíduos urbanos.

O país gera cerca de 81,6 milhões de toneladas de lixo por ano (Abrema, 2025), um volume que cresce continuamente.

A PNRS (Lei 12.305/2010) e o Novo Marco do Saneamento fixaram 2 de agosto de 2024 como prazo final para o fim dos lixões. Na prática, cerca de 3.000 lixões ainda operam ilegalmente, despejando contaminantes sem controle.

A gaseificação 4WaTT é o tratamento térmico de alta eficiência que reduz o volume de resíduos em até 90% e estende a vida útil de aterros em décadas.

81,6 mi
t/ano geradas no Brasil (2025)
40,3%
do lixo com destinação inadequada
0+
lixões ainda operam ilegalmente
Lixão a céu aberto
Resíduos processados

Quais resíduos a tecnologia processa.

Plástico
Plástico

Não recicláveis mecanicamente, valorizados energeticamente.

Papel e papelão
Papel e papelão

Celulose contaminada ou de baixo valor comercial.

Borracha
Borracha

Pneus inservíveis e sobras industriais de alto poder calorífico.

Biomassa
Biomassa

Resíduos agrícolas, florestais e podas urbanas trituradas.

RSU
RSU

Lixo doméstico após triagem de recicláveis.

A tecnologia 4WaTT

Engenharia brasileira para o desafio global do RSU.

Gaseificação de leito fixo com fluxo descendente (downdraft): o gás de pirólise é forçado a passar por uma "zona de fogo" estável entre 1.000°C e 1.200°C.

O craqueamento térmico de alcatrões decompõe moléculas complexas em gases leves e limpos, Syngas de alta qualidade para motores de combustão interna e geração de eletricidade com baixa manutenção. Um pré-tratamento gerencia a alta umidade comum no RSU orgânico brasileiro.

Compatível com a Resolução CONAMA 316/2002: tempos de residência dos gases acima de 1 segundo em alta temperatura garantem a destruição completa de compostos orgânicos persistentes, com emissões dentro dos limites legais.

Planta termoquímica
Diferenciais técnicos

Por que a engenharia 4WaTT é diferente.

Modularidade industrial

Módulos de 50 a 100 t/dia descentralizam o processamento e reduzem o custo de logística urbana.

Craqueamento de alcatrões

A geometria interna minimiza resíduos oleosos e produz gás mais rico em H₂ e CO.

Escória inerte e vitrificada

Redução de até 95% do volume do lixo em escória mineral inerte, pronta para pavimentação e construção.

Autonomia tecnológica

Projeto 100% nacional, manutenção, reposição e adaptação a diferentes resíduos sem dependência externa.

Como funciona

Do resíduo à energia limpa.

01

Coleta e preparação

Preparação e triagem dos resíduos para garantir a eficiência do processo.

02

Reator termoquímico

Entrada no reator a 1.000°C para iniciar a decomposição térmica controlada.

03

Flash gaseificação

Conversão instantânea da matéria em Syngas, gás de síntese de alto poder energético.

04

Energia limpa

Geração de eletricidade limpa ou combustíveis renováveis a partir do gás produzido.

Planta termoquímica
O produto

Como o Syngas é utilizado na transição energética.

Rico em CO e H₂, com alto poder calorífico e queima limpa, substitui gás natural, óleo e GLP em setores de difícil eletrificação.

Vapor industrial

Alimentação direta de caldeiras, com eficiência térmica superior a combustíveis sólidos.

Fornos de alta temperatura

Substitui fósseis em fundição, cerâmicas e química, com controle térmico rigoroso.

Energia elétrica renovável

Motores de combustão interna ou turbinas a gás para geração firme e despachável.

Precursor químico

Base para metanol, amônia e hidrogênio verde via processos de purificação (PSA).

Para quem é

Indústria e gestão pública.

Indústrias e parques fabris
Autossuficiência & ESG

Indústrias e parques fabris

Para a indústria, resíduo é custo logístico e passivo ambiental. Transformamos sobras de processo, embalagens e biomassas em energia térmica ou elétrica para autoconsumo.

Reduz a dependência da rede, zera o envio para aterros e gera créditos de carbono reais para o balanço de sustentabilidade.

Gestão pública e consórcios
PNRS & logística

Gestão pública e consórcios

O desafio municipal é o volume e a heterogeneidade do RSU. Instalamos módulos próximos aos centros de geração, eliminando transbordos e reduzindo drasticamente o custo de frete.

Transforma o "lixo comum", após triagem, em fonte de receita por venda de energia e economia nas taxas de disposição final.

Especificações técnicas

Parâmetros de processo.

Item Especificação
Capacidade por módulo50 a 100 t/dia de RSU pré-tratado
Capacidade totalModular e escalável até 500 t/dia
Temperatura de processo800–1.200°C
Eficiência energética25–35% (RSU → elétrico)
Resíduo finalEscória inerte (8–15% da massa)
EmissõesConforme CONAMA 316/2002
Perguntas frequentes

O que mais perguntam.

A incineração é combustão total com excesso de O₂, gerando calor imediato e grandes volumes de gases de exaustão. A gaseificação ocorre com O₂ controlado e transforma quimicamente a matéria em Syngas, gás mais versátil, queima mais limpa, maior controle de emissões e superior para eletricidade e biocombustíveis.

Sim. A Lei 12.305/2010 estabelece uma hierarquia de prioridades, e a recuperação energética vem após redução e reciclagem. A solução é o complemento ideal da coleta seletiva: gaseifica o "rejeito do rejeito" que não pode ser reciclado e iria obrigatoriamente para aterro.

Diferente da incineração (que gera cinzas voláteis perigosas), a gaseificação 4WaTT produz escória inerte e vítrea. A altíssima temperatura funde e vitrifica o resíduo mineral, tornando-o estável e livre de lixiviação tóxica, pode ser usado como agregado para pavimentação e construção, zerando o envio para aterros.

Não. O processo ocorre em circuito hermeticamente fechado e sob pressão negativa, impedindo a fuga de odores. O craqueamento térmico a 1.200°C destrói as moléculas do mau cheiro. O ruído fica dentro dos limites da legislação sonora.

Sim, a modularidade foi pensada para isso. Enquanto tecnologias estrangeiras exigem escalas gigantescas, os módulos funcionam a partir de 50 t/dia. Municípios menores podem se unir em Consórcios Intermunicipais para viabilizar uma usina regional, reduzindo custos de frete e operação.

Tripé financeiro: (1) taxa de disposição (tipping fee) paga por quem gera o lixo; (2) venda de energia (elétrica ou térmica) gerada pelo Syngas; (3) créditos de carbono pela mitigação da emissão de metano que ocorreria no aterramento.

Fale com nossa equipe

Tem um projeto de RSU?

Prefeituras, consórcios e indústrias: entenda como a gaseificação 4WaTT transforma seu passivo em ativo energético.

  • Caracterização do resíduo e setup técnico
  • Balanço de massa, energia e payback
  • Rito regulatório (CONAMA 316)

Solicitar contato

Preencha e retornamos em até 24h.

Solicitação enviada! Nossa equipe retorna em até 24h.